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  • Renovação de Ar, Número de Trocas ou Recirculação?

  • RENOVAÇÃO DE AR:

    Para o cálculo de carga térmica, os ambientes são considerados fechados com seu volume de ar recirculado em um circuito fechado entre o ambiente atendido e o condicionador de ar.
    A taxa ou volume de ar para renovação previamente calculado, deve ser captado do ambiente externo e filtrado, para reposição ao volume de ar interno do ambiente condicionado.

    Esta renovação de ar novo faz-se necessário para manutenção da pressão positiva e oxigenação do ambiente, garantindo que todo ar inserido seja filtrado, compensando a perda de ar por escapes de frestas e principalmente da saturação do ar interior por gás carbônico, decorrente da respiração humana inspirando oxigênio e expirando gás carbônico.

  • As Normas Técnicas (ABNT NBR 16401-3 de 2008) definem:

    - a taxa ou volume de ar por pessoa conforme a utilização e característica do ambiente.
    - a classificação mínima dos filtros para retenção de partículas em tamanho e quantidade.
    Legislação (Portaria 3.523 de 28/08/1998):
    - A ANVISA determina a necessidade da renovação de ar em todo ambiente condicionado para garantir o bem estar dos usuários.

  • TROCAS DE AR:

    Para o cálculo de número de trocas é considerado o volume de ar interno do ambiente beneficiado, e a quantidade de vezes, por um tempo determinado, que este volume de ar deve ser renovado ou trocado com a captação de ar novo.

    Deve ser definido a qualidade do ar interior conforme a necessidade do usuário, para a especificação de um sistema por ventilação, exaustão ou climatização.

    Para ambientes que não se aplica filtragem do Ar, ou seja, o Ar externo é considerado de qualidade igual ou melhor que o Ar interno, é possível atender com um sistema de exaustão expurgando o Ar interno, e captando o Ar novo através de frestas, vão abertos ou venezianas tecnicamente dimensionadas, suficientes para atender o ambiente beneficiado.
    Para ambientes que se aplica a filtagem do Ar, recomenda-se ventilação ou climatização conforme a necessidade do usuário.

  • As Normas Técnicas (ABNT NBR 16401-3 de 2008) definem:

    - recomenda o número de trocas de do volume de Ar, conforme a utilização e a ocupação de cada ambiente beneficiado ou procedimentos específicos para processos industriais.

  • Legislação (Portaria 3.523 de 28/08/1998):

    A ANVISA determina a necessidade da renovação de ar em todo ambiente condicionado minimizando riscos à saúde, garantir o bem estar dos usuários e a aplicação da Norma NBR específica.

  • RECIRCULAÇÕES DE AR:

    Para o cálculo do número de Recirculação é considerado o volume de ar interno do ambiente ou local beneficiado, formando um ciclo fechado de circulação deste volume de Ar entre o equipamento e a área beneficiada, independente da renovação ou troca de Ar, e a cada ciclo refere-se a uma recirculação de Ar.
    A cada novo ciclo ou Recirculação referente ao volume de Ar calculado do ambiente, consideramos o número de vezes que esse mesmo volume de ar retorna para o ambiente, para a contagem de Recirculações.
    Esse número de Recirculações pode ser utilizado para passagem por módulo de filtragem que determinará a classificação da sala limpa ou o tempo para recuperação das condições climáticas para início de operação do ambiente climatizado.
    Para ambientes classificados, dependendo da quantidade permissíveis de partículas em suspensão, denominadas de salas limpas, normalmente atendidos por unidades de tratamento de ar, verifica-se pela recomendação de Norma a classificação necessária para o ar interior, e o tipo de filtragem ou níveis de filtragem necessárias para alcançar a necessidade da classificação.

  • As Normas Técnicas (ABNT NBR 16401-3 de 2008) definem:

    - recomenda o número de recirculações pelos filtros conforme a classificação do ambiente em relação á dimensão e quantidade de partículas permissíveis.
    - a classe, o tipo de filtro e a sequencia de níveis de filtragem para retenção da dimensão e quantidade de partículas permissível, odores e agentes microbianos, conforme requisito do usuário.
    Legislação (Portaria 3.523 de 28/08/1998):
    - A ANVISA determina a necessidade da renovação de ar em todo ambiente condicionado minimizando riscos à saúde, garantir o bem estar dos usuários e a aplicação da Norma NBR específica.

  • Aplicação de Sistemas de Ventilação e Exaustão Mecânica:

    -Característica: Não proporciona controle de temperatura e umidade relativa, sendo possível no máximo manter igual ou maior temperatura que as condições externas, porém altera as condições de pressurização do ambiente.

  • - Exaustão Mecânica:

    -Considerando que a pressão negativa ocasionada pela Exaustão Mecânica, proporciona a captação e infiltração de ar exterior ou de ambientes adjacentes, faz-se necessário verificar se o ar captado seja de qualidade melhor ou igual que o ar interior.
    -É necessário verificar e certificar áreas livres ou pontos de captação de ar que comportem à admissão de ar na mesma proporção da exaustão com relação à velocidade e perda de pressão compatíveis.
    -Ambientes que necessitam de renovação do ar devido à alta concentração de partículas de poeira, gases nocivos à saúde ou processo industrial, porém isentos de focos ou ponto localizado de geração de partículas ou gases, recomenda-se posicionar os pontos de extração em fluxos cruzados ou opostos com a localização da captação do ar novo, promovendo o arraste do ar saturado.
    -Em caso de foco ou pontos localizados da geração das partículas ou gases, recomenda-se a extração do ar sempre que possível através de captores ou coifas direcionadas e tecnicamente dimensionadas.
    -Caso de partículas ou gases não permissíveis de descarte direto ao meio ambiente, conforme Legislação, utilizar filtragem, lavadores de ar/gases, filtros com retenção e dispositivos de acumulação de partículas, retenção eletrostática, precipitação e demais sistemas que atendam as Normas Técnicas atentando os cuidados com materiais inflamáveis, explosivos e corrosivos.
    -Exaustão com pontos específicos ou foco de dissipação de alta temperatura é necessário a verificação e certificação da faixa de temperatura, dimensão e tipo de partículas para especificação de materiais e dispositivos de segurança ao sistema. Ex: Especificação técnica para o equipamento, Material para fabricação de dutos, Damper corta Fogo, Isolamento Térmico, etc.

  • -Ventilação Mecânica:

    -Considerando que a Ventilação Mecânica estará inserindo Ar em um ambiente ou local de utilização específica, recomenda-se a filtragem na captação do Ar, evitando os riscos á saúde dos usuários ou aos produtos depositados no local.
    -É necessário verificar e certificar áreas livres ou pontos de escape de ar que comportem à vazão de ar na mesma proporção da insuflação com relação á velocidade e perda de pressão compatíveis.
    -Ambientes que necessitam de renovação do ar por alta concentração de partículas de poeira, gases nocivos à saúde ou processo industrial isentos de focos ou ponto localizado de geração de partículas ou gases, recomenda-se posicionar os pontos de insuflação em fluxos cruzados ou opostos com os pontos ou área de escape de ar, promovendo o arraste do ar saturado.

  • Conjunto da Ventilação e Exaustão Mecânica:

    -Considerando que Ventilação Mecânica estará inserindo Ar e a Exaustão Mecânica extraindo Ar em um ambiente ou local de utilização específica, é necessário a verificação e definição da pressão de operação do ambiente beneficiado, conforme recomendação de Normas, Leis ou de acordo com a necessidade por parte do cliente.

  • Normas

    As Normas Técnicas recomendam as velocidades, pressões, dimensionamento de dutos, filtragem, equipamentos e materiais para construção e montagem da instalação.

  • Legislação

    Define a necessidade mínima de aplicação das Normas específicas recomendadas à utilização e ocupação do ambiente ou processo produtivo, para aprovação do projeto.

  • Aplicação de Transformação Adiabáticas através de Ventilação Mecânica:

    -Característica: Não proporciona controle de temperatura e umidade relativa, sendo possível no máximo manter igual ou menor que as condições externas de temperatura e igual ou maior que a umidade relativa externa. Proporciona a filtragem do ar e pressurização positiva do ambiente.

    -Considerando que o resultado da A transformação adiabática resultante do contato entre ar e água que ocorrem nos painéis evaporativos específicos deste tipo de equipamento, quando possível dependendo das condições climáticas do Ar para promover a evaporação parcial d’água, podemos obter calor para evaporação parcial d’água, absorvendo o calor do ar, resultando em uma menor temperatura do ar, porém com aumento da umidade absoluta do mesmo ar.

    -Os equipamentos de transformação adiabática operam com 100 por cento de troca ou seja, todo o ar é captado do ambiente externo, e na condição de do ar externo com alta umidade relativa não teremos rendimento na transformação adiabática.

    -Aplicação recomendada em locais naturalmente com baixa umidade relativa e que o ar interior possa receber maior umidade relativa sem prejudicar o conforto, os produtos ou processos industriais existentes

  • As Normas Técnicas (ABNT NBR 16401-3 de 2008) definem:

    - recomenda a faixa de temperatura em grau célsius e umidade relativa em porcentual, conforme utilização e a ocupação de ambientes.

  • Legislação (Portaria 3.523 de 28/08/1998):

    - A ANVISA determina a necessidade da renovação de ar em todo ambiente condicionado minimizando riscos à saúde, garantir o bem estar dos usuários e a aplicação da Norma NBR específica.

  • Condicionamento ou Climatização do Ambiente:

    -Características: Proporciona controle de temperatura e controle de outras grandezas como umidade relativa do ar, classificação de pureza do ar e pressurização de ambientes.
    -Os equipamentos comerciais ou seja de linha de produção dos fabricantes de condicionadores de ar, condicionam a temperatura de um ambiente dentro de uma faixa de operação, tem a característica de desumidificar o ar, porém limitado á configuração de cada fabricante e sem controle, filtram o ar de partículas visíveis á olho nu, sem proporcionar a renovação ou classificação de pureza do ar.
    -A temperatura considerada de conforto no Brasil foi definida entre 22 ºC a 26ºC com a umidade relativa entre 40% a 60% de vapor d’água por kg de ar seco.
    -Para a Climatização do ambiente podemos controlar além da temperatura a umidade relativa, a classificação da pureza do ar e o diferencial de pressão entre ambientes. Para controle dessas grandezas utilizamos Unidades de Tratamento de Ar, que são equipamentos dimensionados e construídos conforme especificações detalhadas em Memoriais Descritivos e Projetos de Climatização.
    -O controle da Temperatura, tem aplicações para o conforto térmico para o usuário conforme uniforme e EPI á ser utilizado no ambiente climatizado, para operação de equipamentos específicos de produção e análise, e em relação ao produto manuseado ou aclimatado no ambiente. (Indústria em Geral)
    -O controle da Umidade Relativa, tem aplicações para o conforto do usuário, para as condições de operação de certos equipamentos de produção e análise, e em relação ao produto manuseado ou aclimatado no ambiente. (Indústria Farmacêutica, Alimentícia)

    -O controle da Classificação da pureza do Ar, tem aplicação para ambientes denominados de salas limpas com Grau ou Classificação pela utilização ou ocupação conforme Norma e Legislação; na Retenção de partículas que contaminam ou poluam o meio ambiente, e na retenção e reaproveitamento de materiais particulados em suspensão no ar. (Industria Química, Farmacêutica, Alimentícia, Eletrônica, Laboratórios)
    -O controle do diferencial de pressão entre ambientes, tem aplicação para ambientes com riscos de contaminação através de uma barreira física com ante-câmaras proporcionando um degrau na classificação de pureza do Ar e pressão, em relação ao ambiente de acesso.